"Trazer novas experimentações, vivencias com as Danças Populares só aumenta nosso repertório e remente a uma nova linguagem."
Patricia Souza
É por meio das linguagens com diálogo nas abordagens de improvisações é que fazemos o uso do nosso corpo para essa pesquisa e vivências. Este trabalho propõe a apresentação de coreografias compostas por improvisações, sensações e impressões partindo das experiências vividas através da dança pelo grupo. O grupo se relaciona e apresenta a sua maneira de ver o mundo e as coisas que a fazem sentir o mundo.
domingo, 5 de setembro de 2010
"Quando penso em linguagens
"Quando penso em linguagens para dança
penso naquilo que somos e naquilo que podemos ser.
Quando penso em linguagens penso que podemos
também falar a mesma lingua de outras formas,
em outros tempos, em contextos novos.
Quando penso em linguagens penso em descobertas
ínfimas e gritantes.
Quando penso em linguagens, como estamos na dança
diretamente fez lembrar que do corpo, braços,
pernas, alem de articulações e tudo mais e que dá para
desenhar o que queremos ou aquilo que não
tinhamos pensado.
Um mundo novo, para nós também que estamos
criando, consegue ser inesperado e que acho que é a graça
de todo trabalho, assim como de todo desenho.
Nisso, a partir dessa descobertar trabalhar isso
e determinar algo.
Quando penso linguagens penso em possibilidades com "P"
maiúsculo e com "S" final também maiúsculo para fazer uma
ressalva à pluralidade que os dançarinos suas condições
estão propostos. "
Gabriel Moraes
penso naquilo que somos e naquilo que podemos ser.
Quando penso em linguagens penso que podemos
também falar a mesma lingua de outras formas,
em outros tempos, em contextos novos.
Quando penso em linguagens penso em descobertas
ínfimas e gritantes.
Quando penso em linguagens, como estamos na dança
diretamente fez lembrar que do corpo, braços,
pernas, alem de articulações e tudo mais e que dá para
desenhar o que queremos ou aquilo que não
tinhamos pensado.
Um mundo novo, para nós também que estamos
criando, consegue ser inesperado e que acho que é a graça
de todo trabalho, assim como de todo desenho.
Nisso, a partir dessa descobertar trabalhar isso
e determinar algo.
Quando penso linguagens penso em possibilidades com "P"
maiúsculo e com "S" final também maiúsculo para fazer uma
ressalva à pluralidade que os dançarinos suas condições
estão propostos. "
Gabriel Moraes
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Dança para mim...
Dança pra mim é como respirar, se eu não estiver dançando
ou somente falando de dança meu oxigênio está acabando.
Essa é a minha impressão inicial da dança porque hoje vou
atrás de dança como esquilo vai atrás de noz, como mochileiro
vai atrás de viajens, alpinista vai atrás de montanha, entre outros.
Essas são as primeiras referências que veio na minha cabeça,
sem pensar muito, mas poderia dizer muitas outras, principalmente
porque há dança em qualquer lugar, na escada, no elevador,
na praça, no palco, no parque. Dança dá para dançar no ócio.
Tive a sorte de encontrar alguém para levar um trabalho junto,
e sei que juntos vamos fazer movimentos que hoje nem mesmo
nós imaginamos.
Esse "nem mesmo nós imaginanos", apesar do histórico
dos nossos corpos e da nossa movimentação ter um destino próximo
ao que imaginamos, ainda é as possibilidades desconhecidas a explicação
para o "por quê" estou hoje na dança e muitas vezes me parece um tanto
abstrato responder e até mesmo saber.
..Mas dança em si está sempre contido nas escolhas.
Gabriel Moraes
ou somente falando de dança meu oxigênio está acabando.
Essa é a minha impressão inicial da dança porque hoje vou
atrás de dança como esquilo vai atrás de noz, como mochileiro
vai atrás de viajens, alpinista vai atrás de montanha, entre outros.
Essas são as primeiras referências que veio na minha cabeça,
sem pensar muito, mas poderia dizer muitas outras, principalmente
porque há dança em qualquer lugar, na escada, no elevador,
na praça, no palco, no parque. Dança dá para dançar no ócio.
Tive a sorte de encontrar alguém para levar um trabalho junto,
e sei que juntos vamos fazer movimentos que hoje nem mesmo
nós imaginamos.
Esse "nem mesmo nós imaginanos", apesar do histórico
dos nossos corpos e da nossa movimentação ter um destino próximo
ao que imaginamos, ainda é as possibilidades desconhecidas a explicação
para o "por quê" estou hoje na dança e muitas vezes me parece um tanto
abstrato responder e até mesmo saber.
..Mas dança em si está sempre contido nas escolhas.
Gabriel Moraes
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